quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Antibiograma - Grupo 1

Antibiograma
  • Imipenem (IPM), amicacina (AMI) e penicilina benzatina (PEN) em meio Mueller Hinton.
Resultado: 
IPM: 20mm - resistência
PEN: 7mm - resistência
AMI: 28mm - sensibilidade

  • Tetraciclina (TET), cefalotina (CFL), cefotaxima (CTX) em meio Mueller Hinton.
Resultados:
TET: 30mm
CTX: 12mm
CFL: 15mm



Testes bioquímicos - Grupo 2

1. Introdução

Os testes bioquímicos são amplamente utilizados na microbiologia para auxiliar na identificação de espécies de bactérias ou leveduras através de transformações químicas que ocorrem em determinado substrato, pela ação das enzimas. Essa classificação se dá pelas diferentes vias metabólicas de obtenção de energia e diferentes enzimas usadas pelos micro-organismos para degradar substratos presentes no meio como glicose, lactose, etc, além disso o fator visual influencia consideravelmente no processo a partir do momento que aqueles que apresentarem mudança física no meio serão positivos e os que não apresentarem mudança negativos, principalmente quando se trata de reações bioquímicas que demonstram complexas transformações físicas e químicas no meio de cultura.


2. Objetivos

Os objetivos da prática baseiam-se praticamente em verificar a eficiência dos testes bioquímicos utilizados, de forma a analisar os resultados obtidos com os eles, comparando a teoria com a prática e a partir dos resultados identificar qual foi a bactéria desconhecida utilizada durante todo o processo.


3. Materiais 

  •        Agulha:
  •       Álcool absoluto:
  •          Ágar MacConkey com óleo:
  •          Ágar MacConkey sem óleo:
  •          Ágar OF Glicose sem óleo:
  •          Ágar OF Glicose com óleo:
  •          Ágar Citrato Simmons:
  •          Ágar TSI – Triplo açúcar ferro:
  •          Ágar lisina ferro:
  •          Alça:
  •          Alça bacteriológica:
  •          Bactéria S. aureus e M. luteus:
  •      Bico de bunsen
  •          Conta gotas:
  •          Indicador vermelho de metila:
  •          Indicador α-naftol:
  •          Meio Methyl Red:
  •          Meio SIM:
  •          Reativo de kovasc:
  •          Tubos de ensaio:

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Testes Bioquímicos (grupo 3)

TESTES BIOQUÍMICOS 


I.                   INTRODUÇÃO


       Os testes bioquímicos visam estudar o comportamento dos micro-organismos através de sua capacidade de degradar açúcares, lipídeos, aminoácidos e etc. Portanto, utilizam-se meios com a presença de compostos comuns no ambiente-como glicose, lactose, lisina e arginina- e agentes complexantes que tornam a reação colorimétrica. Desta forma, os testes podem ter dois resultados: positivo ou negativo. Caracterizam-se como positivos testes em que se observa mudança física no meio. Em contraposição, os testes negativos são aqueles em que não se observa uma virada do meio.
       Os testes bioquímicos são realizados a partir da utilização de diversos meios com diferentes funções, como os apresentados abaixo:

  • ·         Ágar Citrato Simmons (meio Citrato)

        Utilizado para verificar a utilização de citrato como fonte de carbono, o ágar citatro simmons apresenta coloração esverdeada e vira para azul devido a presença do azul de bromotimol.
  • ·         Ágar lisina ferro (meio LIA)

          Utilizado para verificar a fermentação de lactose, apresenta-se na coloração marrom que passa ao púrpura, sendo o teste positivo.

  • ·         Ágar MacConkey - com e sem óleo (meio LAC)

          Também verifica a fermentação de lactose alterando o pH e consequentemente a cor do meio de amarelo claro à vermelho.

  • ·         Ágar OF glicose - com e sem óleo (meio OF)
        Meio que verifica o metabolismo glicolítico sendo negativo nas colorações azul e verde, e positivo quando a coloração é amarelada.

  • ·         Ágar triplo açúcar ferro (meio TSI)

           Apresenta três açucares em sua composição, além de sulfato ferroso de amônia verificando a fermentação de carboidratos em conjunto com a capacidade de conversão do sulfato presente no sal amoniacal em sulfeto de hidrogênio. O teste é negativo quando apresenta coloração avermelhada e, positivo, quando amarelado.

  • ·         Caldo lisina (meio LIS)

         Seguindo o raciocínio do caldo de arginina, o caldo lisina busca verificar a capacidade do micro-organismo de desaminar a lisina. Quando positivo o meio vira de amarelo à roxo.

  • ·        Ágar sangue

         Meio enriquecido, não seletivo e diferencial, pela caracterização de hemólise e prova do satelitismo, para cultivo de bactérias em materiais clínicos e não clínicos


  • ·         Meio Methyl Red, Voges-Proskauer (MRVP)

      O teste MR-VP verifica a metabolização dos produtos gerados a partir do metabolismo glicolítico. Sendo assim, ocorrem dois testes a partir do mesmo meio utilizando-se de diferentes soluções complexantes para revelar o resultado. As diferentes vias de metabolização dos produtos da glicolise variam o pH entre 4 e 6 gerando sempre um resultado positivo e outro negativo nos testes. Ambos os resultados positivos apresentam coloração avermelhada e coloração amarelada nos resultados negativos.

  • ·         Meio SIM

            Verifica a produção de indol e sulfeto de hidrogênio além da motilidade devido à semissolidez do meio. O resultado positivo escurece o amarelo claro inicial.


II.                OBJETIVO


Os objetivos da prática consistem em analisar a eficácia dos testes bioquímicos e interpretar os resultados obtidos pelos mesmos. Através dos resultados, determinar também qual bactéria, não nomeada previamente, foi utilizada durante toda a prática


III.             MATERIAIS



·         Agulha;
·         Tubos de ensaio;
·         Alça;
·         Indicador vermelho de metila
·         Indicador α-naftol
·         Conta gotas
·         Bactéria S. aureus e M. luteus;
·         Alça bacteriológica;
·         Reativo de kovasc;
·         Álcool absoluto;
·         Meio SIM;
·         Caldo lisina (meio LIS);
·         Ágar MacConkey com óleo (meio LAC);
·         Ágar MacConkey sem óleo (meio LAC);
·         Ágar OF Glicose sem óleo (Meio OF);
·         Ágar OF Glicose com óleo (Meio OF);
·         Meio Methyl Red, Voges-Proskauer (MRVP);
·         Ágar Citrato Simmons;
·         Ágar TSI – Triplo açúcar ferro;
·         Ágar lisina ferro (meio LIA);



IV.             MÉTODOS



·         Ágar OF Glicose sem óleo (Meio OF)
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida no tubo de ensaio estéril que previamente havia sido preenchido com meio OF sem óleo, inoculando assim o mesmo.
·         Ágar OF Glicose com óleo (Meio OF)
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida no tubo de ensaio estéril que previamente havia sido preenchido com meio OF com óleo, inoculando assim o mesmo.
·         Meio SIM
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida até o centro de um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio SIM, inoculando assim o mesmo. Posteriormente, foi pingado o reativo de kovasc a esse tubo, com o auxílio de um conta gotas.
·         Meio Methyl Red, Voges-Proskauer (MR – VP)
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida em um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio MR – VP, inoculando assim o mesmo. Esse procedimento foi realizado em dois tubos de ensaio.
Posteriormente, a um dos tubos adicionou-se o indicador vermelho de metila, já ao outro tubo foi adicionado α-naftol, com o auxílio de um conta gotas.
·         Ágar MacConkey com óleo (meio LAC)
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida em um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio LAC com óleo, inoculando assim o mesmo.

·         Ágar MacConkey sem óleo (meio LAC)
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida em um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio LAC sem óleo, inoculando assim o mesmo.
·         Ágar Citrato Simmons
Inicialmente, uma alça bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a alça foi introduzida em um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio ágar Citrato Simmons,estriando apenas na rampa. Assim, o meio foi inoculado.
·         Ágar TSI – Triplo açúcar ferro
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida até o centro de um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio TSI, inoculando assim o mesmo.
·         Ágar lisina ferro (meio LIA)
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida até o centro de um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio LIA, inoculando assim o mesmo.
·         Caldo lisina com óleo (meio LIS)
Inicialmente, uma agulha bacteriológica foi flambada no bico de Bulsen. Então, inseriu-se a mesma em um tubo de ensaio contendo certa bactéria, em seguida, a agulha foi introduzida em um tubo de ensaio estéril, que previamente havia sido preenchido com meio LIS com óleo, inoculando assim o mesmo.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Antibiograma - Grupo 3

Resultados do grupo 3 - Prática 11/10/2018

Antibiograma


a)Imipenem (IPM), amicacina (AMI) e
penicilina benzatina (PEN) em meio Mueller Hinton.





b) Tetraciclina (TET), cefalotina (CFL) e
cefotaxima (CTX) em meio Mueller Hinton.






Resultados placa 1:
- TET, 31 mm, apresentou sensibilidade
- CFL, 20 mm, apresentou sensibilidade
- CTX, apresentou resistência

Resultados placa 2:
- IPM, 23 mm, apresentou sensibilidade
- AMI, 32 mm, apresentou sensibilidade
- PEN, apresentou resistência


Placa 1 e 2 (de cima para baixo)

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Resultados do G2 - Prática 18/10/2018

Controle Químico e Antibiograma

a) Detergente, sabão e colgate em meio Mueller
Hinton.

Resultados:
- Detergente, 39 mm de diâmetro
- Sabão, 21 mm de diâmetro
- Colgate, 9 mm de diâmetro

b) E. coli em meio Ágar Nutriente.

Resultado:
- A metade esquerda-inferior da placa de petri foi a região onde a E. coli entrou em contato com raios UV, e rapidamente as bactérias vieram a morrer.
- Já a outra metade, sem essa radiação, observou-se crescimento da bactéria.

c)Estreptomicina (EST), ceftazidima (CAZ) e
gentamicina (GEN) em meio Mueller Hinton.
Resultados:
- EST, 27 mm, apresentou sensibilidade
- CAZ, apresentou resistência
- GEN, 30 mm, apresentou sensibilidade

d) Tetraciclina (TET), penicilina (PEN) e
trimetropima (TRI) em meio Mueller Hinton.
Resultados:
- TET, 27 mm, apresentou sensibilidade
- PEN, 10 mm, apresentou sensibilidade
- TRI, apresentou resistência

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Microbiologia geral

Informações sobre as bactérias e os meios de cultura que estão sendo manipulados.


Expectativas dos ensaio

É esperado que no meio ágar MYP haja o crescimento da bactéria Bacillus cereus, aparecendo colônias rosas com halo de lecitinase. Também é esperado o crescimento de E.coli com crescimento notavelmente oprimido a inibido com colônias amarelas, se recuperadas. É esperado que haja o crescimento das bactérias S.aureus com a formação de colonias amarelas.

É esperado que no meio ágar cetrimide haja a inibição das bactérias S.aureus e E.coli. 

É esperado que no meio ágar eosina azul de metileno haja o crescimento da bactéria E.coli com centros preto azulado, pode ter brilho verde metálico. É também esperado que haja a inibição das bactérias B.cereus e S.aureus.

É esperado que no meio ágar manitol que as bactérias S.aureus cresçam deixando o meio amarelo devido a produção de ácido pela fermentação do manitol, mudando o pH do meio. As bactérias E.coli e S.enterica são inibidas nesse meio de cultura.

É esperado que no meio ágar nutriente haja o crescimento de todas as bactérias testadas, devido a sua baixa seletividade.

Resultados observados nos ensaios biológicos 


1 - E.coli
2 - S. aureus 
3 - B. cereus
4 - S. enterica

Resultado observado no meio ágar MYP

Houve o crescimento bacteriano esperado com relação ao crescimento de colônias rosas de B.cereus resultado da lecitinase.

Resultado observado no meio ágar cetrimide  

Houve o crescimento bacteriano esperado com relação a inibição da E.coli e da S.aureus, entretanto não é possível observar fielmente se houve o crescimento da B.cereus.

Resultado observado no meio ágar eosina 

Houve o crescimento bacteriano esperado com relação a inibição das bactérias B.cereus e S.aureus, o crescimento da bactéria E.coli com centros pretos e o crescimento da S.enterica.

Resultado observado no meio ágar manitol

Houve o crescimento bacteriano esperado com relação a inibição da E.coli e S.enterica; houve o crescimento da S.aureus deixando o meio amarelo devido a produção de ácido pela fermentação do manitol.

Resultado observado no meio ágar nutriente

Houve o crescimento bacteriano esperado de todas as bactérias com uma maior abundância de colônias de B.cereus.




segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Prática de cultivo de bactérias

Prática de cultivo de bactérias

Características das bactérias:

Bacillus cereus
Bacillus cereus é uma bactéria gram-positiva, de forma cilíndrica, endêmica e que habita no solo. Algumas cepas são prejudiciais aos seres humanos e causam intoxicação alimentar, enquanto outras podem ser benéficas. As bactérias B. cereus são organismos aerobócos facultativos, e tal como outros membros do gênero Bacillus, podem produzir endósporo protetores. São responsáveis por doenças transmitidas através de alimentos mal cozidos, causando náuseas, diarreia e vômito. É importante lembrar que o cultivo dessas bactérias nos alimentos vai ser influenciado pela temperatura em que se encontra, sendo possível observar grupos da bactéria que conseguem sobreviver à condições de mal cozimento a menos de 100°C. A germinação da bactéria ocorre entre 10 a 50°C, sendo possível a conclusão de que uma refrigeração inadequada do alimento propicia a proliferação do patógeno.

Salmonella entérica
Duas bactérias compõem esse gênero, são: Salmonella bongori e Salmonella entérica. Ambas são de coloração gram-negativa. Por apresentarem um desempenho semelhante ao da bactéria Escherichia coli, esses organismos tem a atenção especial dos pesquisadores. São agentes causadores de doenças como: salmonelose e septicemia. Sua contaminação é devido à má manipulação de alimentos e defasagem na higiene do manipulador. A Salmonella entérica é a mais presente do cotidiano dos seres vivos por estar em alimentos como: ovos e frangos.

Staphylococcus aureus
Staphylococcus aureus é uma bactéria esférica, do grupo dos cocos gram-positivos, anaeróbia facultativa e dispostos em grupos ou “cachos de uva” encontrada na pele e nas fossas nasais de seres humanos. Pertencem à família Micrococcaceae. Sua nocividade é expressada por ser causadora de infeções que variam em grau, sendo o grande perigo atingir a corrente sanguínea podendo causar assepsia. A infecção por Staphylococcus aureus se dá, também, pelo contato com alimentos contaminados com as toxinas da bactéria.

Escherichia coli
A Escherichia coli é uma bactéria bacilar gram-negativa que habita a região intestinal do organismo de seres humanos e animais. São aeróbias e anaeróbias facultativas. Possuem flagelos em volta da célula e fímbrias que permitem sua fixação. É um dos poucos seres vivos com a capacidade de produzir todos os componentes de que são feitos a partir de compostos básicos. Muitas produzem exotoxina. São susceptíveis a ambientes secos, as quais não resistem, apesar de suas células conseguirem sobreviver por um longo período fora de um hospedeiro. A infecção com a bactéria pode causar gastroenterite, apesar de nem todos os tipos de E-coli serem nocivos à saúde. Os 4 tipos de E. coli nocivos, são: E. coli enterotoxigênica, enteroinvasiva, enteropatogênica e enterohemorrágica. A transmissão fecal-oral é a principal utilizada pela cepa patogênica, ocorrendo através de água ou alimentos contaminados, além do contato com fezes de alguém que esteja infectado. No entanto, a estirpe não nociva ao organismo compõe parte da flora intestinal humana, cerca de 0,1%) e podem ser benéficas aos hospedeiros por impedirem que bactérias patogênicas se estabeleçam. É uma bactéria cujo estudo sobre é abundante devido ao baixo custo para cultura.


Características dos meios e suas respectivas expectativas:

Ágar MYP

Descrição: Ágar MYP, ou Ágar Manitol-Gema de Ovo-Polimixina,  é o meio de cultura desenvolvido para isolamento e contagem da bactéria Bacillus cereus em alimento, pois, em relação aos demais, este é ajustado para as condições dessa bactéria (resistência à Polimixina B; ausência de fermentação de Manitol; presença de Lecitinase), possibilitando a sua demonstração quantitativa ou qualitativa.

Constituintes:
  • fontes de nitrogênio, vitamina e carbono: extrato de carne bovina, peptona;

  • fonte de carboidrato: D-manitol;

  • detector da fermentação: indicador de pH Vermelho de Fenol.


Expectativa: é esperado o melhor avistamento das colônias de B. cereus, as quais deverão ser rugosas e secas, sua coloração será rosa, por não fermentar Manitol, e haverá um halo ao redor, uma zona de precipitado branco, consequente da Lecitina hidrolisada pela Lecitinase produzida por esta bactéria.

Ágar Cetrimida

Descrição: Esse meio de cultura é usado para o isolamento seletivo e contagem da bactéria Pseudomonas aeruginosa. A cetrimida é um composto amônio quaternário, o qual inibe uma grande variedade de outros organismos, incluindo outras espécies de Pseudomonas e organismos relacionados.

Constituintes:
  • fonte de nitrogênio: peptona;

  • fonte de carbono e de energia: glicerol;

  • estimuladores da produção de piocianina: cloreto de magnésio e sulfato de potássio.


Expectativas: não haverá formação de colônias nesse meio de cultura devido à inibição da cetrimida.

Ágar EMB

Descrição:  é um meio para diferenciação ligeiramente seletivo utilizado para o isolamento e diferenciação de bacilos entéricos gram-negativos. Ele contém corantes de eosina Y e azul-de-metileno, os quais servem para inibir bactérias gram-positivas num determinado grau. Além disso, eles também atuam como indicadores de diferenciação em resposta à fermentação da lactose e/ou sacarose por microorganismos.

Constituintes:
  • fonte de nitrogênio:  Digestão Enzimática de Gelatina;

  • fonte de carboidrato: Lactose;

  • tampão: Fosfato Dipotássico;

  • indicadores: Eosina Y e o Azul de Metileno;

  • agente seletivo: Azul de Metileno.


Expectativas: a área do meio em que foi depositado a E. coli deve apresentar colônias de grande dimensão cujo o centro possui a cor preta, além de um brilho verde metálico proveniente das ações dos corantes.

Ágar Manitol 7,5%

Descrição: esse meio é utilizado para o isolamento seletivo de estafilococos e para a detecção de Staphylococcus aureus. O cloreto de sódio a uma concentração de 7,5% inibe parcial, ou completamente, todos as bactérias que não são estafilococos. A fermentação com manitol, conforme indicada por uma alteração no indicador vermelho de fenol, ajuda na diferenciação das espécies de estafilococos. Aqueles que apresentam resultados positivos para a coagulase formam colônias amarelas com um halo de mesma coloração. Por outro lado, os que apresentam resultados negativos produzem colônias vermelhas pequenas, as quais não apresentam mudanças na coloração da região ao redor.

Constituintes:
  • fontes de nitrogênio, vitaminas e carbono: Digestão Enzimática de Caseína, Digestão Enzimática de Tecido Animal e  Extrato de Carne Bovina;

  • fonte de carboidrato: D-Manitol;

  • inibidor das maioria das bactérias com exceção do Staphylococcus: Cloreto de Sódio;

  • indicador de pH: Vermelho de Fenol;

  • agente solidificante: agar.


Expectativas: a única região do meio em que aparecerá formação de colônias será a área em que foi adicionada a Staphylococcus aureus. Esta irá apresentar colônias amarelas com um halo de cor igual.

Ágar nutriente

Descrição: esse meio de cultura é recomendado para procedimentos de métodos padrões para a análise de alimentos, produtos lácteos, água e outros materiais. É frequentemente escolhido para realizar o crescimento de microrganismos não exigentes. Se necessário, pode ser modificado com a adição de enriquecimentos. Por exemplo, por meio da incorporação de 4-metillumbeliferil-β-DGlicuronídeo (MUG), o qual é usado quando se deseja detectar a  fluorogênica da bactéria Escherichia coli.

Constituintes:
  • fontes de nitrogênio, carbono, vitaminas e aminoácidos: Digestão Enzimática de Gelatina e Extrato de Carne Bovina;

  • agente solidificante: ágar.


Expectativas: formação de colônias em todas as quatro regiões do meio de cultura, pois deve-se haver o crescimento de todas as bactérias nele adicionadas.