quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Antoni Van Leewenhoek - EduardaThiele




  Leewenhoek nasceu em Delft, uma cidade Holandesa, em vinte e quatro de outubro de mil novecentos e trinta e dois.
   Philip e Margaretha, pais de Leewenhoek e seus outros quatro irmãos, Margriete, Geertruyt, Neeltge e Catharina, viviam na rua Leeuwenport, na cidade holandesa de Delft. Quando Antoni completou cinco anos de idade seu pai, Philip, faleceu. Dois anos depois da morte de Philip, Margaretha se casou com Jacob Molijn, um pintor Holandês que já tinha três outros filhos de um casamento anterior. Ao Margaretha se casar com Jacob, a casa já não tinha mais espaço, o que fez com que Antoni saísse de casa e fosse mandado para a escola.
   Antoni então, foi mandado por sua família, para uma escola em Warmond, cidade holandesa com vinte milhas de distância de Delft. Lá, inicialmente, ele morou na casa de uma professora junto à outros colegas de classe, e posteriormente se mudou para casa de um tio.
   Com desesseis anos, em 1648, Antoni foi para Amsterdam em busca de conhecimentos na área do comércio. Lá ele trabalhou em uma loja que vendia produtos para costura. Poucas semanas depois do seu início no novo trabalho, Antoni foi promovido à caixa e contador da loja, devido à sua facilidade com números.
   Em 1654 Antoni retornou para Delft para abrir seu próprio negócio de costuras. E em Delft ele conheceu e se casou com sua esposa, Barbara de mey. Pouco tempo depois, Antoni comprou sua própria casa, onde viveu para o resto de sua vida. Tempos passaram e Leewenhoek também passou por vários empregos, como o de cherife da cidade e o de medidor de vinho.
   Leewenhoek teve cinco filhos com Barbara, mas quatro deles morreram ainda crianças. A única filha viva foi Maria, nascida em 1656. Dez anos após o nascimento de Maria, Margareth, mãe de Anthoni morreu, e em 1666 Barbara também morreu.
   Em 1668, Antoni decidiu conhecer a Inglaterra, seguindo sus curiosidades, ele passou a ficar cada vez mais próximo dos estudos e da ciência. Depois de ouvir e ler o livro “Micrographia” escrito por Robert Hooke, Antoni decidiu começar a fazer miscroscópios.
    Quando Leewenhoek voltou para a Holanda, ele passou a frequentar um grupo de estudo de médicos em Delft. Em um dos encontros desse grupo, um médico fez um corte de uma estrutura do corpo, e Antoni se mostrou muito interessado sobre o assunto.
    Leewenhoek mandou uma carta para a “The Royal society”, um grupo de pesquisas Inglês muito conhecido na Europa, falando sobre o que ele conseguia ver com os microscópios que ele fazia. Na carta ele descrivia os organismos que ele viu, e entre eles estava, fungos e esporos. Na carta ele também falava sobre as abelhas, sobre seus olhos, bocas e ferrões.
   A “The Royal Society” gostou da carta de Antoni e pediu para que ele enviasse mais. E assim eles passaram anos trocando cartas. Algumas pesquisas de Antoni foram anunciadas no jornal do The Royal Society, o “Philosophical transactions”.
   O primeiro microorgonaismo encontrado e descrito por Leewenhoek foi um protista, chamado, na época, de Vorticella.
   Antoni relatou diversos casos até sua morte em 1723.


Refêrencias:




  

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